O concurso do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) reúne oito especialidades em dois cargos: Analista Judiciário, com quatro áreas (Análise de Sistemas de Informação, Suporte em Tecnologia da Informação, Oficial de Justiça Avaliador Federal e Área Judiciária), e Técnico Judiciário, também com quatro (Contabilidade, Desenvolvimento de Sistemas de Informação, Suporte Técnico e Tecnologia da Informação). O edital abre 11 vagas imediatas em quatro dessas especialidades e forma cadastro de reserva nas outras quatro, com remuneração inicial de R$ 9.776,73 para Técnico, R$ 16.040,87 para Analista e R$ 20.013,11 para Oficial de Justiça Avaliador Federal, em jornada de 40 horas semanais.
As inscrições vão de 4 a 23 de novembro de 2026, e a prova está prevista para 31 de janeiro de 2027. Objetiva e discursiva são aplicadas na mesma sessão, com 4h30 de duração, e a banca é a Fundação Vunesp.
O formato da discursiva muda conforme o cargo: um estudo de caso de até 30 linhas para o Analista e uma redação dissertativo-argumentativa para o Técnico. Para treinar cada formato com temas inéditos, o curso do Discursiva na Prática para o TRF-3 atende os dois cargos.
O que é o TRF-3 e por que vale a pena disputar uma vaga no tribunal
O TRF-3 é o tribunal de segunda instância da Justiça Federal em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Foi criado pela Constituição de 1988, instalado em 30 de março de 1989 e tem sede na Avenida Paulista, 1842, na capital paulista. Segundo o próprio tribunal, a Justiça Federal da 3ª Região reúne o TRF-3 e os juízes federais que atuam em 44 subseções judiciárias paulistas e 7 sul-mato-grossenses, e a página institucional registra 55 desembargadores federais.
Segundo o tribunal, a Justiça Federal julga, por exemplo, causas cíveis em que a União, as autarquias e as empresas públicas federais são parte, ações de cunho internacional, direitos de comunidades indígenas, questões de nacionalidade e crimes como contrabando, tráfico internacional de entorpecentes, moeda falsa, sonegação fiscal e crimes ambientais.
O concurso é organizado em três unidades de classificação. Os cargos 001, 002, 006 e 007 são do próprio TRF-3 (São Paulo, capital, e Campo Grande). Os cargos 003 e 005 são da Seção Judiciária de São Paulo, que reúne a capital e outras 43 cidades paulistas. Os cargos 004 e 008 são da Seção Judiciária de Mato Grosso do Sul, com Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas. As provas são aplicadas em seis cidades: Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo, em SP, e Campo Grande e Dourados, em MS.
O Oficial de Justiça Avaliador Federal tem a remuneração acrescida da Gratificação de Atividade Externa, o que explica a diferença em relação aos demais Analistas. O vínculo segue o regime da Lei nº 8.112/1990, com as regras de carreira da Lei nº 11.416/2006, e todos os cargos, inclusive os de Técnico, exigem curso superior, com requisitos próprios por especialidade.
Ficha técnica do concurso TRF-3 2026: banca, inscrições, data da prova e duração
Dado | Informação |
|---|---|
Órgão | Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) |
Banca organizadora | Fundação Vunesp |
Edital | Edital de Abertura de Inscrições nº 01/2026 |
Cargos | Analista Judiciário (códigos 001 a 004) e Técnico Judiciário (códigos 005 a 008) |
Inscrições | De 04/11/2026, às 10h, a 23/11/2026, às 23h59 (horário de Brasília) |
Taxa de inscrição | R$ 160,00 (Analista) e R$ 100,00 (Técnico); vencimento em 24/11/2026, até as 21h59 |
Data das provas | 31/01/2027 (data prevista) |
Aplicação da discursiva | No mesmo dia e horário da prova objetiva |
Duração | 4h30 para objetiva e discursiva |
Cidades de aplicação | Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo (SP); Campo Grande e Dourados (MS) |
Gabarito da objetiva | Publicação prevista para 01/02/2027 |
Vagas | 11 vagas imediatas no TRF-3 (cargos 001, 002, 006 e 007) e cadastro de reserva nos demais |
Remuneração inicial | R$ 9.776,73 (Técnico), R$ 16.040,87 (Analista) e R$ 20.013,11 (Oficial de Justiça Avaliador Federal) |
Jornada de trabalho | 40 horas semanais |
O cronograma está sujeito a alterações. Consulte o edital e eventuais retificações nas páginas oficiais do TRF-3 e da Fundação Vunesp.
Cargos, vagas e remuneração do concurso TRF-3 2026
O edital organiza os cargos por unidade de classificação: o próprio TRF-3 ou a seção judiciária de um dos dois estados. Em quatro especialidades há vagas imediatas, todas no TRF-3, e nas outras quatro o edital forma cadastro de reserva.
Código | Cargo e especialidade | Unidade | Vagas | Remuneração inicial | Discursiva |
|---|---|---|---|---|---|
001 | Analista Judiciário, Apoio Especializado: Análise de Sistemas de Informação | TRF-3 | 1 (AC 1) | R$ 16.040,87 | Estudo de caso |
002 | Analista Judiciário, Apoio Especializado: Suporte em Tecnologia da Informação | TRF-3 | 1 (AC 1) | R$ 16.040,87 | Estudo de caso |
003 | Analista Judiciário, Área Judiciária: Oficial de Justiça Avaliador Federal | SJSP | Cadastro de reserva | R$ 20.013,11 | Estudo de caso |
004 | Analista Judiciário, Área Judiciária | SJMS | Cadastro de reserva | R$ 16.040,87 | Estudo de caso |
005 | Técnico Judiciário, Apoio Especializado: Contabilidade | SJSP | Cadastro de reserva | R$ 9.776,73 | Redação |
006 | Técnico Judiciário, Apoio Especializado: Desenvolvimento de Sistemas de Informação | TRF-3 | 5 (AC 2, PcD 1, PN 2) | R$ 9.776,73 | Redação |
007 | Técnico Judiciário, Apoio Especializado: Suporte Técnico | TRF-3 | 4 (AC 2, PN 2) | R$ 9.776,73 | Redação |
008 | Técnico Judiciário, Apoio Especializado: Tecnologia da Informação | SJMS | Cadastro de reserva | R$ 9.776,73 | Redação |
AC é ampla concorrência, PcD é pessoa com deficiência e PN é candidato negro ou pardo. SJSP é a Seção Judiciária de São Paulo, e SJMS, a de Mato Grosso do Sul. A remuneração inicial corresponde à Classe A, Padrão 01 (vencimento básico mais GAJ).
Todos os cargos pedem curso superior completo, mas o requisito muda por especialidade. Análise de Sistemas e Suporte em TI exigem graduação em Tecnologia da Informação, ou graduação em qualquer área com pós-graduação em TI de no mínimo 360 horas. Oficial de Justiça e Área Judiciária exigem graduação em Direito. Entre os Técnicos, Contabilidade pede Ciências Contábeis com registro no órgão de classe (ou graduação em outra área somada a curso técnico de contabilidade, também com registro), e Desenvolvimento de Sistemas, Suporte Técnico e Tecnologia da Informação pedem graduação em qualquer área com certificado de cursos de TI de no mínimo 120 horas.
Sobre o que cada cargo faz, o Anexo I do edital descreve as atribuições básicas. O Analista de Análise de Sistemas atua em engenharia e arquitetura de software, plataformas tecnológicas e diretrizes de desenvolvimento e manutenção de sistemas, e o de Suporte em TI, em infraestrutura, redes, banco de dados, sistemas operacionais e microinformática. O Oficial de Justiça Avaliador Federal cumpre mandados de citação, notificação e intimação e executa medidas preventivas e assecuratórias, enquanto o Analista da Área Judiciária processa feitos, apoia julgamentos, pesquisa legislação, doutrina e jurisprudência e elabora laudos, atos, pareceres e informações jurídicas. Os Técnicos fazem o apoio técnico e administrativo da área: contabilidade, protocolo e arquivo (Contabilidade), desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas (Desenvolvimento de Sistemas), e redes, banco de dados, sistemas operacionais, segurança da informação e telecomunicações (Suporte Técnico e Tecnologia da Informação, esta última somando sistemas informatizados).
Quanto vale cada etapa da prova do TRF-3
Prova | Composição | Pontos | Peso na nota final | Caráter |
|---|---|---|---|---|
Objetiva | 60 questões: 24 de Conhecimentos Gerais (peso 1) e 36 de Conhecimentos Específicos (peso 2) | 0 a 10 (média ponderada) | 50% | Habilitatório e classificatório |
Discursiva | Analista: 1 estudo de caso. Técnico: 1 redação | 0 a 10 | 50% | Eliminatório e classificatório |
Nota final | Soma da objetiva com a discursiva | 0 a 20 | 100% |
Na objetiva, o candidato da ampla concorrência precisa de 12 acertos em Conhecimentos Gerais, 18 em Específicos e média ponderada de 6,00. Para candidatos negros ou pardos, indígenas, quilombolas e com deficiência, os mínimos caem para 10 acertos, 15 acertos e média de 4,80. Na discursiva, a nota mínima é 5,00 na ampla concorrência e 4,00 nas listas reservadas, e quem fica abaixo dela é excluído do concurso.
Peso da discursiva no TRF-3: vale metade da nota e é critério de desempate
Os 10 pontos da discursiva têm o mesmo peso da objetiva inteira: uma única resposta escrita pesa tanto quanto as 60 questões somadas, e a nota final é a soma das duas provas.
Há ainda o desempate. Depois do critério de idade igual ou superior a 60 anos, o edital manda desempatar pela maior nota na discursiva, e só depois pelo número de acertos em Conhecimentos Específicos e em Conhecimentos Gerais.
O curso do Discursiva na Prática para o TRF-3 separa esse treino por formato, com estudo de caso para o Analista e redação para o Técnico.
Como será a prova discursiva do TRF-3: estudo de caso e redação
A discursiva é aplicada no mesmo dia e horário da objetiva, dentro das 4h30 da prova. Como o tempo é único, uma parte dele precisa ser reservada para planejar, escrever e revisar a resposta definitiva. O rascunho é facultativo e nunca entra na correção.
Estudo de caso do Analista Judiciário
O Analista responde a uma questão prática sobre os Conhecimentos Específicos do Anexo VI do edital, adequada às atribuições do cargo escolhido. O limite é de 30 linhas, que o edital manda observar rigorosamente, sob pena de perda de pontos. A prova é manuscrita, com caneta esferográfica de tinta preta ou azul escura, fabricada em material transparente, e só vale o que estiver no campo da resposta definitiva. Consulta a qualquer material além do fornecido pela banca, calculadora e aparelhos eletrônicos não são permitidos.
Redação do Técnico Judiciário
O Técnico escreve uma redação dissertativo-argumentativa em prosa, na norma-padrão da língua portuguesa, a partir de textos auxiliares. O tema vem no caderno de questões da objetiva e a resposta vai em folha própria, também com caneta preta ou azul escura de material transparente. O título não é considerado na avaliação e não é necessário apresentar proposta de intervenção na conclusão.
O que a Vunesp cobra de diferente na discursiva do TRF-3
Na redação, a Vunesp pede um texto autônomo, que se entenda sem a coletânea à mão. Por isso, o uso de primeira pessoa do singular e de segunda pessoa e a referência direta à situação de prova (por exemplo, “como afirma o autor do primeiro texto”) podem ser penalizados. O repertório só ajuda quando sustenta a tese: citar pensadores, obras ou teorias sem relação consistente com o tema não garante nota alta e pode até prejudicar.
No estudo de caso, a Vunesp dá nota zero à resposta que, ainda que possível, não se coadune de forma imediata à proposta apresentada. O curso de discursivas do DP para o TRF-3 tem aulas de estrutura textual separadas para a redação dissertativo-argumentativa e para o estudo de caso.
Como a Vunesp corrige a discursiva do TRF-3: critérios, descontos e nota mínima
No estudo de caso do Analista, a Vunesp avalia o conhecimento e a capacidade teórico-prática de desenvolver a proposta com precisão, clareza, coerência e objetividade. Entram também a organização do texto, a análise e a síntese dos fatos examinados, a correção gramatical, o raciocínio, a fundamentação, a consistência e a capacidade de interpretação e exposição. A nota vai de 0 a 10, e o edital não divide esses pontos por critério.
Na redação do Técnico, a grade tem quatro critérios. Tema verifica se o texto atende ao assunto proposto, e a fuga completa zera a prova. Estrutura avalia a defesa clara de uma tese, a organização em introdução, desenvolvimento e conclusão, a autonomia do texto e o encadeamento dos argumentos. Língua examina a modalidade escrita e o registro formal, com concordância, regência, ortografia, acentuação, pontuação e precisão vocabular. Coesão observa conectivos, retomadas, divisão em parágrafos e a ausência de monobloco. Cada redação passa por dois examinadores independentes, e uma discrepância entre as notas leva a um terceiro examinador e, se persistir, aos coordenadores da banca.
O edital não divulga o valor de cada critério, mas fixa descontos ligados à extensão. Redações com 20 linhas ou menos não alcançam a nota máxima em Língua e em Coesão, e as com 15 linhas ou menos perdem um ponto em cada um desses dois critérios. Palavras escritas com letra incompreensível também reduzem a nota de Língua.
Num exemplo hipotético, um candidato da ampla concorrência com 7,0 na objetiva e 4,8 na discursiva soma 11,8, mas está fora do concurso, porque 4,8 fica abaixo do mínimo de 5,00. Já quem tem 6,0 na objetiva e 5,0 na discursiva soma 11,0 e segue na disputa. Nas listas reservadas, o mínimo na discursiva é 4,00. Cada tema do curso do Discursiva na Prática para o TRF-3 traz o espelho de correção para o aluno conferir o próprio texto.
Erros que mais reprovam na discursiva do TRF-3: o que zera e o que desconta pontos
No estudo de caso, recebe nota zero a prova que traz resposta inadequada ao caso proposto, nome, rubrica ou qualquer sinal que identifique o candidato, marcas de corretivo ou de caneta marca-texto, texto em branco, texto não articulado verbalmente (apenas desenhos, números e palavras soltas) ou em outra língua, letra ilegível, texto definitivo fora do espaço reservado ou folhas faltando. A identificação na folha de resposta e o uso de corretor ou marca-texto levam ainda à eliminação do concurso. Trechos rasurados, ilegíveis, fora do espaço ou escritos a lápis ou com tinta de cor diferente de preta ou azul escura são tratados como não escritos, e passar das 30 linhas custa pontos.
Na redação, recebe nota zero o texto que foge ao tema ou ao gênero, que tem 7 linhas ou menos (sem contar o título), que tem menos de 8 linhas autorais contínuas ou é composto predominantemente por cópia da coletânea, de outras partes da prova ou de modelos prontos, e o que é idêntico ou muito semelhante a outra redação do concurso ou de qualquer outro. Também zeram a identificação do candidato, o texto em branco, em outra língua, predominantemente ilegível ou fora do espaço, e as formas propositais de anulação, como impropérios, trechos jocosos ou recusa em cumprir o tema.
Há ainda os erros que derrubam a nota sem zerar. Trechos copiados da coletânea ou predominância de paráfrase fazem a nota final cair drasticamente, com pontuação mínima em Estrutura, Língua e Coesão. O mesmo vale para trechos reproduzidos de modelos prontos, e a predominância de modelos anula a prova: a Vunesp os identifica comparando as redações com textos de fontes públicas e com as de outros candidatos. O curso do DP para o TRF-3 tem duas aulas sobre o que mais de 4 mil correções ensinam sobre os principais erros de provas discursivas e sobre o que mais de 1 mil recursos revelam sobre como perder e ganhar pontos.
Quantas discursivas serão corrigidas no concurso TRF-3, por cargo e modalidade
Passar na objetiva não garante que a discursiva será lida. A Vunesp corrige o texto dos habilitados mais bem classificados na objetiva até o limite do cargo, incluindo os empatados na última posição. Os candidatos com deficiência, negros ou pardos, indígenas e quilombolas habilitados têm a prova corrigida sem limite de posição, e quem fica fora do limite da lista geral é excluído do concurso.
Código | Cargo (unidade) | AC (até a posição) | PcD | PN | PI | PQ |
|---|---|---|---|---|---|---|
001 | Analista, Análise de Sistemas de Informação (TRF-3) | 100 | Todos | Todos | Todos | Todos |
002 | Analista, Suporte em Tecnologia da Informação (TRF-3) | 100 | Todos | Todos | Todos | Todos |
003 | Analista, Oficial de Justiça Avaliador Federal (SJSP) | 250 | Todos | Todos | Todos | Todos |
004 | Analista, Área Judiciária (SJMS) | 150 | Todos | Todos | Todos | Todos |
005 | Técnico, Contabilidade (SJSP) | 100 | Todos | Todos | Todos | Todos |
006 | Técnico, Desenvolvimento de Sistemas de Informação (TRF-3) | 100 | Todos | Todos | Todos | Todos |
007 | Técnico, Suporte Técnico (TRF-3) | 100 | Todos | Todos | Todos | Todos |
008 | Técnico, Tecnologia da Informação (SJMS) | 70 | Todos | Todos | Todos | Todos |
AC é ampla concorrência, PcD é pessoa com deficiência, PN é negro ou pardo, PI é indígena e PQ é quilombola. “Todos” significa todos os candidatos habilitados na objetiva.
O cargo 001 tem 1 vaga imediata e corrige as discursivas dos 100 mais bem classificados da lista geral, enquanto o de Oficial de Justiça, que forma apenas cadastro de reserva, corrige até 250, o maior limite do edital. Na prática, a objetiva decide se o seu texto será lido, e, quando ele é lido, valem os cortes de 5,00 e 4,00 já vistos. Os temas inéditos do curso do DP para a discursiva do TRF-3 são organizados conforme o cargo.
O que tem no curso de discursivas do Discursiva na Prática para o TRF-3
O curso do Discursiva na Prática para o TRF-3 foi montado depois da publicação do edital e atende os dois cargos: o Técnico Judiciário, com a redação dissertativo-argumentativa, e o Analista Judiciário, com o estudo de caso. Cada formato tem aulas próprias.
A base reúne a apresentação e as orientações gerais, a análise do edital com foco na discursiva e o cronograma do curso. Em seguida vem uma aula de histórico para cada cargo: o histórico de redação da Vunesp, para o Técnico, e o histórico de cobrança em estudos de caso e a forma como a banca avalia a discursiva, para o Analista.
A parte de técnica começa pela microestrutura e passa pela estrutura textual da redação dissertativo-argumentativa e do estudo de caso, além de uma aula de técnicas para responder estudos de caso. Completam o curso as duas aulas de análise de erros e de recursos, já citadas acima, e as dicas para as discursivas.
A prática fica por conta dos temas inéditos, conforme o cargo, e a página do curso informa até 12 correções individualizadas.
Por que treinar com tema inédito na discursiva do TRF-3
No estudo de caso do Analista, a questão é prática, sobre os Conhecimentos Específicos e adequada às atribuições do cargo, e pode combinar diferentes pontos do programa. Um tema inédito coloca você diante de um caso que ainda não viu, e o treino é identificar o que o comando pede e apresentar a solução dentro das 30 linhas.
Na redação do Técnico, o edital define que os textos auxiliares servem como referencial para ampliar os argumentos produzidos pelo próprio candidato e penaliza a cópia e a paráfrase predominante da coletânea. Um tema inédito traz uma coletânea nova, e o treino é usar esse material como ponto de partida para uma tese própria, em um texto que se entenda sem a coletânea. Os temas do Discursiva na Prática para o TRF-3 seguem os dois formatos: estudo de caso para o Analista e redação para o Técnico.
Como funciona cada tema: referencial teórico, quesitos avaliados e modelo de solução
Cada tema do Discursiva na Prática para o TRF-3 é um ciclo de estudo, e não um enunciado solto. O referencial teórico reúne o conteúdo que sustenta a resposta, para que a tese ou a solução nasça de conhecimento. Os quesitos avaliados espelham o que a banca procura e funcionam como régua para conferir o próprio texto ponto a ponto.
O modelo de solução mostra como esses quesitos viram um texto completo e permite comparar o seu texto com ele. As correções individualizadas acrescentam a leitura de outra pessoa a esse ciclo.
Treine a discursiva do TRF-3 antes da prova de 31 de janeiro
A discursiva do TRF-3 vale metade da nota final, exclui quem fica abaixo de 5,00 (4,00 nas listas reservadas) e, na ampla concorrência, só é corrigida para quem entra no limite do seu cargo. O Analista enfrenta um estudo de caso de até 30 linhas, e o Técnico, uma redação que precisa se sustentar sozinha. Escolha o formato do seu cargo e comece a escrever com o curso do Discursiva na Prática para o TRF-3, que traz temas inéditos conforme o cargo.
