O concurso do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) abre 50 vagas imediatas para Analista Judiciário, distribuídas em nove especialidades: Área Judiciária (Direito), Contabilidade e sete áreas de Tecnologia da Informação, além de cadastro de reserva. A remuneração é de R$ 7.526,14, com auxílio-alimentação de R$ 2.200,00 e auxílio-saúde de R$ 1.800,00, para uma jornada de 30 horas semanais. As inscrições foram abertas em 20 de outubro de 2026 e a prova está marcada para 24 de janeiro de 2027, em João Pessoa, pouco mais de três meses depois.
A banca é a FGV, e a discursiva, de uma questão de até 30 linhas valendo 40 pontos, é exigida em todas as especialidades e aplicada no mesmo dia da objetiva. Neste artigo, reunimos o que o edital diz (e o que deixa em aberto) sobre formato, peso na nota, regras de prova e quantidade de discursivas corrigidas por cargo. Para treinar o formato depois da publicação do edital, o curso do Discursiva na Prática para o TJ-PB tem uma versão para cada uma das nove especialidades.
O que é o TJ-PB e por que vale a pena disputar uma vaga
O concurso é do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, e o edital é assinado pelo presidente do Tribunal, em João Pessoa. A execução do certame fica a cargo da FGV.
Pelo Anexo II, o Analista Judiciário da Área Judiciária presta suporte técnico e administrativo à função jurisdicional: processa feitos, elabora pareceres e relatórios, pesquisa legislação, doutrina e jurisprudência, gere e atualiza a jurisprudência, opera os sistemas processuais eletrônicos e elabora minutas de decisões, sentenças, votos e atos complexos, com auxílio técnico ao magistrado. O programa de Direito do edital percorre temas como família, consumo, locação, execução contra a Fazenda Pública, juizados especiais, violência doméstica, direitos da criança e do idoso, execução penal e tutela coletiva.
Fora do Direito, as atribuições descritas no edital são específicas do Tribunal. O Analista de Ciência e Análise de Dados apoia o envio de dados ao DataJud, do CNJ, e produz estudos jurimétricos. O de Inteligência Artificial apoia a triagem, a classificação e a organização de processos, com supervisão humana. O de Segurança da Informação responde a incidentes como ransomware e phishing, para reduzir o impacto sobre a continuidade dos serviços judiciais e administrativos. E o Contador dá suporte técnico-contábil ao cálculo, à atualização e à revisão de valores de precatórios e RPVs e atende diligências do Tribunal de Contas do Estado e do CNJ em matéria contábil e financeira.
As condições também têm detalhes próprios. A jornada é de 30 horas semanais, e os auxílios de R$ 2.200,00 e R$ 1.800,00 se somam à remuneração de R$ 7.526,14. O concurso vale por dois anos, prorrogáveis por igual período, e os candidatos habilitados poderão ser aproveitados em qualquer comarca do estado: as unidades judiciárias que receberão os nomeados são definidas em audiência pública depois da homologação, conforme a necessidade da Administração.
Ficha técnica do concurso TJ-PB 2026
Dado | Informação |
|---|---|
Órgão | Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJ-PB) |
Banca / edital | FGV, Edital nº 01/2026 (retificado em 26/10/2026) |
Cargo | Analista Judiciário, em nove especialidades |
Inscrições | De 20/10/2026 (16h) a 18/11/2026 (16h); taxa de R$ 120,00; pagamento até 19/11/2026 |
Data da prova | 24/01/2027 |
Discursiva aplicada junto com a objetiva? | Sim, no mesmo dia e no mesmo turno |
Duração | 5 horas (das 13h às 18h); os portões fecham às 12h30 |
Cidade de aplicação | João Pessoa/PB |
Remuneração | R$ 7.526,14, mais auxílio-alimentação de R$ 2.200,00 e auxílio-saúde de R$ 1.800,00 |
Jornada | 30 horas semanais |
Validade do concurso | 2 anos, prorrogáveis por igual período |
Cargos, vagas e remuneração do concurso TJ-PB 2026
As nove especialidades pertencem ao cargo de Analista Judiciário e pagam o mesmo valor: R$ 7.526,14, com as verbas indenizatórias de R$ 2.200,00 (alimentação) e R$ 1.800,00 (saúde). O que muda de uma para outra é o número de vagas, o requisito de investidura e o limite de discursivas corrigidas, que aparece mais adiante.
Especialidade | Vagas | AC | PcD | PN | PI / PQ | Remuneração |
|---|---|---|---|---|---|---|
Área Judiciária | 25 | 15 | 2 | 6 | 1 / 1 | R$ 7.526,14 |
TI: Desenvolvimento de Sistemas | 10 | 6 | 1 | 3 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Banco de Dados | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Infraestrutura de TI | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Gestão de Governança de TI | 2 | 1 | 0 | 1 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Segurança da Informação | 2 | 1 | 0 | 1 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Inteligência Artificial | 3 | 2 | 0 | 1 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
TI: Ciência e Análise de Dados | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
Contabilidade | 5 | 4 | 0 | 1 | 0 / 0 | R$ 7.526,14 |
Total | 50 | 32 | 3 | 13 | 1 / 1 |
AC é ampla concorrência, PcD é pessoa com deficiência, PN é pessoa preta ou parda, PI é indígena e PQ é quilombola. Das vagas que forem providas durante a validade do concurso, 5% são reservadas a pessoas com deficiência e 30% a pessoas pretas e pardas (25%), indígenas (3%) e quilombolas (2%). Os requisitos de investidura variam por especialidade:
Especialidade | Requisito de investidura |
|---|---|
Área Judiciária | Diploma de curso superior em Direito, reconhecido pelo MEC |
Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados e Infraestrutura de TI | Curso superior ou pós-graduação na área de Tecnologia da Informação, reconhecidos pelo MEC |
Gestão de Governança de TI, Segurança da Informação, Inteligência Artificial e Ciência e Análise de Dados | Curso superior ou pós-graduação na área de Tecnologia da Informação, reconhecidos pelo MEC, mais 2 anos de experiência profissional em atividades pertinentes ao cargo |
Contabilidade | Formação superior em Ciências Contábeis e registro ativo no CRC |
A discursiva vale para todas essas linhas da tabela. Por isso, o Discursiva na Prática montou um curso para cada especialidade do TJ-PB, com temas elaborados para o seu cargo.
Quanto vale cada etapa da prova do TJ-PB
Prova | Composição | Pontos | Peso na nota final | Caráter |
|---|---|---|---|---|
Objetiva | 60 questões de múltipla escolha, com 5 alternativas e 1 ponto cada: 20 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos | 60 | 60% | Eliminatória e classificatória |
Discursiva | 1 questão de 30 linhas | 40 | 40% | Eliminatória e classificatória |
Total | 100 | 100% |
Na objetiva, a Área Judiciária tem 10 questões de Língua Portuguesa, 5 de Ética e Gestão no Serviço Público e 5 de Informática e Proteção de Dados, além de 40 de Direito. Contabilidade troca Ética por 5 questões de Raciocínio Lógico e Matemático, e as especialidades de TI têm 10 de Português e 10 de Raciocínio Lógico-Matemático, mais 40 da especialidade. Para ser aprovado, o candidato precisa de 60% dos pontos da objetiva, ou seja, 36 de 60. Candidatos com deficiência, negros, indígenas e quilombolas são aprovados com pontuação 20% inferior a esse mínimo. A nota final é a soma das duas provas.
Qual é o peso real da discursiva na nota final do TJ-PB
Os 40 pontos da discursiva equivalem ao módulo inteiro de Conhecimentos Específicos da objetiva, que tem 40 questões. Uma única resposta de 30 linhas vale tanto quanto essas 40 questões somadas e o dobro de todo o módulo de Conhecimentos Gerais, que soma 20 pontos.
O edital não fixa nota mínima específica para a discursiva, mas, como a nota final é a soma das duas provas, uma resposta fraca reduz diretamente a nota final e pode comprometer a posição do candidato.
A discursiva só é lida para quem fica dentro do limite do cargo na objetiva. Quem chega a esse ponto disputa a posição final com um texto que representa 40% da nota, e é para essa etapa que o curso de discursivas do TJ-PB foi pensado.
Como será a prova discursiva do TJ-PB 2026: questão, linhas e regras
A discursiva é uma questão de 30 linhas, valendo 40 pontos, igual para todos os cargos. Ela acontece em 24 de janeiro de 2027, das 13h às 18h, no mesmo período de cinco horas da objetiva, o que exige administrar o tempo entre as duas provas.
O conteúdo é o da especialidade escolhida, mas o edital não delimita expressamente o assunto da questão discursiva. Leve caneta esferográfica de tinta azul ou preta, de material transparente: a prova não admite consulta de nenhuma natureza, inclusive a códigos e legislação. Os portões fecham às 12h30, e o edital pede que o candidato compareça com antecedência mínima de 1h30 do início da prova.
O que o edital do TJ-PB não diz sobre a discursiva da FGV
O edital é enxuto neste ponto. Os trechos que tratam da discursiva definem o formato (uma questão, 30 linhas, 40 pontos), o limite de provas corrigidas, a soma com a objetiva e o prazo de dois dias úteis para recurso contra o resultado preliminar. Não há matriz de correção, fórmula de desconto por erro linguístico nem nota mínima específica para a discursiva.
Por isso, a preparação deve combinar domínio do conteúdo, resposta objetiva aos comandos e treino recorrente em até 30 linhas, identificando cada verbo e cada subitem solicitado. Vale observar também as instruções do caderno de prova e os comunicados posteriores da FGV. O curso do Discursiva na Prática para o TJ-PB tem uma aula dedicada ao espelho da FGV e usa esse mesmo padrão nos quesitos avaliados de cada tema.
Como a FGV corrige a discursiva do TJ-PB: nota final e recursos
Como os critérios não estão no edital, o que se pode afirmar com segurança é a mecânica da nota: a discursiva vale de 0 a 40 e é somada à objetiva (item 12.1). Um candidato que faça 42 pontos na objetiva e 28 na discursiva fecha o concurso com 70 pontos, e é essa soma que ordena a classificação final, por sistema de ingresso (ampla concorrência, pessoa com deficiência e cotas).
O resultado preliminar da discursiva admite recurso em dois dias úteis, e o edital traz uma regra específica: o candidato que se identificar no momento da interposição não terá o recurso conhecido.
Erros que mais reprovam na discursiva do TJ-PB
No edital, o que mais pesa são as regras de procedimento. Descumprir as instruções do caderno de questões leva à eliminação (item 11.17). O mesmo vale para quem for surpreendido com lápis, lapiseira, borracha ou corretor líquido, ou com relógio de qualquer espécie (item 11.16), já que a caneta precisa ser esferográfica, azul ou preta, de material transparente. Quem deixa a sala antes de duas horas de prova tem a prova não corrigida e é eliminado (item 11.10), e quem recorre se identificando perde o recurso, como visto acima. Na folha definitiva, a orientação é seguir integralmente as instruções da FGV, não incluir marca identificadora e manter letra legível.
Do lado da escrita, os padrões vêm do que o Discursiva na Prática observa nas correções. A aula sobre o que mais de 4 mil correções ensinam sobre os principais erros de provas discursivas e a aula sobre o que centenas de recursos revelam sobre como perder e ganhar pontos fazem parte do curso, que trata de erros gramaticais como paralelismo, pontuação, crase, colocação pronominal, acentuação no Novo Acordo Ortográfico e confusões como “onde” e “aonde”, “a” e “há” e os quatro porquês. Na parte de estrutura, entram legibilidade, respeito às margens, indicação de parágrafos e aproveitamento das linhas. Esses conteúdos estão no curso do DP para o TJ-PB e valem para qualquer uma das nove especialidades.
Quantas provas discursivas serão corrigidas no concurso TJ-PB
Antes de a discursiva ser lida, o candidato precisa passar pelos 36 pontos da objetiva (ou pelo mínimo reduzido das vagas reservadas) e ficar dentro do limite do cargo. Os aprovados são classificados por cargo, em ordem decrescente de média, e a FGV corrige a discursiva só até a posição indicada:
Especialidade | Vagas imediatas | Discursivas corrigidas |
|---|---|---|
Área Judiciária | 25 | Até a 300ª posição |
Desenvolvimento de Sistemas | 10 | Até a 100ª posição |
Banco de Dados | 1 | Até a 50ª posição |
Infraestrutura de TI | 1 | Até a 100ª posição |
Gestão de Governança de TI | 2 | Até a 50ª posição |
Segurança da Informação | 2 | Até a 50ª posição |
Inteligência Artificial | 3 | Até a 100ª posição |
Ciência e Análise de Dados | 1 | Até a 50ª posição |
Contabilidade | 5 | Até a 50ª posição |
Na Área Judiciária, que concentra metade das vagas, o corte é o mais largo: até a 300ª posição, para 25 vagas. Já nas especialidades com uma única vaga, como Banco de Dados e Infraestrutura de TI, as discursivas são corrigidas até a 50ª e até a 100ª posição, respectivamente. O edital apresenta o limite por cargo, sem separá-lo por modalidade de concorrência.
Na prática, a discursiva só passa a valer os seus 40 pontos para quem chega ao corte pela objetiva, e quem ficou fora dele não tem o texto corrigido. A preparação, então, precisa render uma objetiva competitiva e uma resposta pronta para o dia em que ela for lida. Quem quer abrir a segunda frente agora encontra o curso do Discursiva na Prática para o TJ-PB aberto para as nove especialidades.
O que tem no curso de discursivas do TJ-PB do Discursiva na Prática
O curso foi preparado depois da publicação do edital e tem nove versões, uma para cada especialidade, cada uma com sua quantidade de temas inéditos:
Curso | Temas inéditos |
|---|---|
Analista Judiciário, Área Judiciária | 24 |
Analista Judiciário, Contabilidade | 24 |
Analista Judiciário, TI: Gestão e Governança de TI | 18 |
Analista Judiciário, TI: Segurança da Informação | 18 |
Analista Judiciário, TI: Ciência e Análise de Dados | 18 |
Analista Judiciário, TI: Inteligência Artificial | 18 |
Analista Judiciário, TI: Desenvolvimento de Sistemas | 18 |
Analista Judiciário, TI: Infraestrutura de TI | 18 |
Analista Judiciário, TI: Banco de Dados | 18 |
As aulas básicas, comuns a todos os cursos, cobrem:
- Apresentação e orientações gerais: como tirar dúvidas, treino com ou sem consulta, caderninho de temas, envio de arquivo para correção e prazo de devolução.
- Análise do edital, com foco na discursiva.
- Como a banca avalia sua discursiva: detalhes do espelho da FGV.
- Histórico de cobrança do cargo e da banca, com uma aula para Área Judiciária, uma para Contabilidade e uma para TI.
- Microestrutura: grafia, morfossintaxe, propriedade vocabular e principais erros gramaticais.
- Estrutura textual: legibilidade, margens, indicação de parágrafos, fluência e coerência, e emprego de mecanismos de coesão, com lista de conectivos.
- Técnicas para responder questões discursivas: leitura do enunciado, esquema do texto, termos técnicos e palavras-chave, objetividade, referência aos quesitos avaliados, aproveitamento das linhas e modelos de esqueleto (silogismo, tópico frasal, argumentos primário e secundário).
- Análise de erros e recursos: o que mais de 4 mil correções e centenas de recursos ensinam sobre perder e ganhar pontos.
- Dicas para as discursivas: rascunho eficiente, como citar leis e artigos, uso de siglas, título e tamanho da letra
A parte prática reúne os temas inéditos, e há planos sem correção e com 3, 6 ou 12 correções individualizadas, para todas as nove especialidades. O acesso ao material vai até um mês depois da prova discursiva.
Como treinar para a discursiva do TJ-PB
O primeiro passo é treinar com temas inéditos, e não só com prova antiga, e o próprio edital dá o motivo: as alterações legislativas ocorridas depois da publicação do edital poderão ser exigidas nas provas, e as súmulas, os recursos repetitivos e o entendimento dominante dos Tribunais Superiores devem ser considerados em todas as matérias. Os temas do curso do Discursiva na Prática para o TJ-PB foram elaborados conforme este edital.
O segundo passo é passar por todo o programa da sua especialidade. Como o edital não delimita expressamente o conteúdo da discursiva, o treino deve percorrer os conhecimentos da especialidade. O módulo de Direito da Área Judiciária, por exemplo, tem sete disciplinas (Constitucional, Administrativo, Civil e Consumidor, Processual Civil, Penal, Processual Penal, e Direitos Humanos e Tutela Coletiva), e o curso dessa área tem 24 temas inéditos.
O terceiro passo é treinar a decisão, e não só o assunto. Prova antiga ensina como a banca cobra e ajuda a reconhecer o tema, mas quem já leu o gabarito não pratica o que a prova real exige: escolher o que entra nas 30 linhas e o que fica de fora. Com o tema inédito, essa escolha é sua desde o primeiro enunciado.
Como funciona cada tema inédito
Cada tema é um ciclo de estudo, e não apenas um enunciado. O referencial teórico reúne o conteúdo que sustenta a resposta, de modo que o aluno saiba de onde saem os argumentos e consiga preencher as lacunas que o próprio texto revelou. Os quesitos avaliados, no padrão do espelho da FGV, funcionam como régua: mostram ponto a ponto o que a banca espera encontrar e permitem conferir a resposta antes de olhar qualquer texto pronto.
O modelo de solução fecha a metodologia. Ele mostra como esses quesitos viram um texto de 30 linhas e permite comparar estrutura, ordem dos argumentos e aproveitamento do espaço com o que foi escrito. Cada tema inclui ainda uma folha de resposta para a prática, e o curso tem uma aula sobre treino com ou sem consulta.
Nos planos com correção, o texto volta analisado em microestrutura, macroestrutura e conteúdo. O aluno envia uma correção por vez, até o dia da prova, e recebe a devolução em até cinco dias úteis, o que fecha o ciclo com um olhar externo sobre o próprio texto.
Treine a discursiva do TJ-PB antes da prova de 24 de janeiro
A discursiva do TJ-PB tem uma questão, 30 linhas e 40 pontos, e só será corrigida para quem ficar dentro do corte da sua especialidade. Para quem vai disputar uma das 50 vagas, o próximo passo é escolher o curso do seu cargo, comparar os planos sem correção e com 3, 6 ou 12 correções e começar a escrever. Conheça o curso do Discursiva na Prática para o TJ-PB e treine com temas inéditos feitos para este edital.
