Concurso TCU 2025/2026: como se preparar para a prova discursiva de Auditor Federal de Controle Externo (Auditoria de TI)

O Tribunal de Contas da União (TCU) é, sem dúvida, uma das instituições mais cobiçadas por concurseiros da área de controle. A remuneração alta, a estabilidade e a relevância do cargo fazem do certame um verdadeiro divisor de águas na carreira de quem busca excelência no serviço público.

O novo concurso para Auditor Federal de Controle Externo (Auditoria de TI) já está em andamento, e o edital traz uma estrutura exigente, especialmente na prova discursiva, que terá três questões e uma peça técnica, totalizando 23% da nota final.

Neste artigo, você vai entender como é a prova discursiva do TCU, quais são os principais erros a evitar e como o Discursiva na Prática pode te ajudar a chegar preparado — de verdade — para uma das etapas mais decisivas do certame.

 

1. Estrutura da prova do TCU

O concurso para Auditor Federal de Controle Externo – área de Tecnologia da Informação será organizado pelo Cebraspe, banca conhecida pelo rigor técnico e pela exigência em provas discursivas.

Prova

Formato

Pontuação

Peso na nota final

Objetiva

200 questões (Certo/Errado)

200 pontos

77%

Discursiva

3 questões + 1 peça técnica

60 pontos

23%

📅 Data prevista para a discursiva: 22/02/2026
📍 Local: Brasília (DF)
💰 Remuneração: R$ 26.159,01

O candidato terá 4h30min para a prova discursiva, que será aplicada no turno da tarde.

 

2. O peso da discursiva no TCU

Apesar de a prova discursiva representar formalmente 23% da nota total, o impacto real é ainda maior. Isso porque o modelo Certo ou Errado da objetiva costuma reduzir as notas médias — um erro anula um acerto, o que naturalmente comprime a pontuação final.

Na prática, quem se sai bem na objetiva e ainda domina a discursiva costuma garantir a posição entre os primeiros colocados.

Além disso, o edital exige mínimo de 30 pontos nas discursivas para que o candidato não seja eliminado.

💡 Dica de especialista:
“A discursiva no Cebraspe exige domínio de conteúdo e precisão linguística. Cada erro gramatical é penalizado, o que exige treino constante e revisão atenta.”
Prof. Henrique Napoleão, Discursiva na Prática

 

3. Estrutura da prova discursiva

A etapa discursiva é composta por:

  • 3 questões discursivas acerca de conhecimentos básicos e conhecimentos específicos, com até 20 linhas cada (10 pontos cada);
  • 1 peça técnica, com até 50 linhas (30 pontos).

O edital não especifica o conteúdo da peça técnica, o que significa que pode envolver tanto conhecimentos básicos quanto específicos da área de TI.

 Por isso, o candidato precisa estar preparado para analisar cenários práticos, propor soluções técnicas e redigir com linguagem clara e objetiva.

 

4. Critérios de correção e o segredo da nota alta

O Cebraspe adota uma metodologia de avaliação altamente técnica.

 

Critérios principais:

  • Conteúdo (95%) — desenvolvimento do tema, relevância das informações e domínio conceitual;
  • Apresentação e estrutura textual (5%) — coesão, coerência e organização das ideias.

Após a atribuição da nota, há um desconto proporcional por erros gramaticais, conforme a fórmula prevista no edital:

Exemplo:

Digamos que, no quesito conteúdo, o candidato tenha atingido 9 dos 10 pontos possíveis em uma questão. 

E cometeu 5 erros em 20 linhas escritas.

 ⇒ Nota final = 9 – (5 × 2 / 20) = 8,50 pontos

🔎 Interpretação prática:
Quanto mais linhas o candidato preencher com informações corretas e relevantes, menor o impacto de cada erro gramatical.

Ou seja, escrever bem e com densidade técnica é o caminho para maximizar sua pontuação.

 

5. O que esperar dos temas de TI

A área de Tecnologia da Informação traz uma vantagem: o conteúdo é bem definido e tende a envolver temas recorrentes. Entre os assuntos mais prováveis para as discursivas, estão:

  • Governança e gestão de TI no setor público;
  • Segurança da informação e conformidade com a LGPD;
  • Contratação de TI: auditoria e responsabilização;
  • Gestão de riscos, incidentes e continuidade de serviços;
  • Avaliação de políticas de segurança e infraestrutura tecnológica.

Esses temas costumam exigir do candidato análise crítica e aplicação prática — o famoso “saber escrever com conteúdo técnico, mas de forma didática”.

 

6. Como se preparar para a discursiva do TCU

O diferencial dos aprovados está em saber treinar a partir do que pede edital.

A preparação deve incluir:

  • Treino regular de escrita (1 a 2 temas por semana);
  • Correções individualizadas, com feedback técnico;
  • Leitura e reescrita de boas respostas;
  • Simulações completas de tempo e tema.

No Discursiva na Prática, o curso específico para o TCU oferece exatamente esse suporte:
✔️ 24 rodadas de temas quentes e focados no edital (18 questões e 6 peças técnicas);
✔️ Correções detalhadas por professores especialistas em Cebraspe;
✔️ Espelho de correção e modelo de resposta no estilo da banca;
✔️ Aulas básicas com material teórico e orientações gramaticais.

 

7. Por que o Discursiva na Prática é a escolha certa para o TCU

O TCU é uma prova que cobra profundidade técnica e clareza linguística — combinação que poucos conseguem dominar sozinhos.

O Discursiva na Prática foi criado justamente para suprir essa lacuna, com uma metodologia desenvolvida por professores que corrigem provas de alto nível e conhecem os padrões das bancas.

🎯 Diferenciais do curso:

  • Treinos realistas com limite de linhas e tempo;
  • Correção minuciosa de conteúdo e linguagem;
  • Feedback orientado à melhoria progressiva;
  • Acesso online, com suporte e atualização contínua até a prova.

Conclusão

O concurso TCU 2026 será um dos mais concorridos dos últimos anos, especialmente com foco em Auditoria de TI.

Com provas longas, técnicas e uma discursiva altamente criteriosa, não há espaço para improviso.

Quem começa a treinar agora chega ao edital com vantagem — não apenas em conteúdo, mas em confiança e domínio da escrita.

 

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