O Tribunal de Contas da União (TCU) é, sem dúvida, uma das instituições mais cobiçadas por concurseiros da área de controle. A remuneração alta, a estabilidade e a relevância do cargo fazem do certame um verdadeiro divisor de águas na carreira de quem busca excelência no serviço público.
O novo concurso para Auditor Federal de Controle Externo (Auditoria de TI) já está em andamento, e o edital traz uma estrutura exigente, especialmente na prova discursiva, que terá três questões e uma peça técnica, totalizando 23% da nota final.
Neste artigo, você vai entender como é a prova discursiva do TCU, quais são os principais erros a evitar e como o Discursiva na Prática pode te ajudar a chegar preparado — de verdade — para uma das etapas mais decisivas do certame.
1. Estrutura da prova do TCU
O concurso para Auditor Federal de Controle Externo – área de Tecnologia da Informação será organizado pelo Cebraspe, banca conhecida pelo rigor técnico e pela exigência em provas discursivas.
Prova | Formato | Pontuação | Peso na nota final |
Objetiva | 200 questões (Certo/Errado) | 200 pontos | 77% |
Discursiva | 3 questões + 1 peça técnica | 60 pontos | 23% |
📅 Data prevista para a discursiva: 22/02/2026
📍 Local: Brasília (DF)
💰 Remuneração: R$ 26.159,01
O candidato terá 4h30min para a prova discursiva, que será aplicada no turno da tarde.
2. O peso da discursiva no TCU
Apesar de a prova discursiva representar formalmente 23% da nota total, o impacto real é ainda maior. Isso porque o modelo Certo ou Errado da objetiva costuma reduzir as notas médias — um erro anula um acerto, o que naturalmente comprime a pontuação final.
Na prática, quem se sai bem na objetiva e ainda domina a discursiva costuma garantir a posição entre os primeiros colocados.
Além disso, o edital exige mínimo de 30 pontos nas discursivas para que o candidato não seja eliminado.
💡 Dica de especialista:
“A discursiva no Cebraspe exige domínio de conteúdo e precisão linguística. Cada erro gramatical é penalizado, o que exige treino constante e revisão atenta.”
— Prof. Henrique Napoleão, Discursiva na Prática
3. Estrutura da prova discursiva
A etapa discursiva é composta por:
- 3 questões discursivas acerca de conhecimentos básicos e conhecimentos específicos, com até 20 linhas cada (10 pontos cada);
- 1 peça técnica, com até 50 linhas (30 pontos).
O edital não especifica o conteúdo da peça técnica, o que significa que pode envolver tanto conhecimentos básicos quanto específicos da área de TI.
Por isso, o candidato precisa estar preparado para analisar cenários práticos, propor soluções técnicas e redigir com linguagem clara e objetiva.
4. Critérios de correção e o segredo da nota alta
O Cebraspe adota uma metodologia de avaliação altamente técnica.
Critérios principais:
- Conteúdo (95%) — desenvolvimento do tema, relevância das informações e domínio conceitual;
- Apresentação e estrutura textual (5%) — coesão, coerência e organização das ideias.
Após a atribuição da nota, há um desconto proporcional por erros gramaticais, conforme a fórmula prevista no edital:
Exemplo:
Digamos que, no quesito conteúdo, o candidato tenha atingido 9 dos 10 pontos possíveis em uma questão.
E cometeu 5 erros em 20 linhas escritas.
⇒ Nota final = 9 – (5 × 2 / 20) = 8,50 pontos
🔎 Interpretação prática:
Quanto mais linhas o candidato preencher com informações corretas e relevantes, menor o impacto de cada erro gramatical.
Ou seja, escrever bem e com densidade técnica é o caminho para maximizar sua pontuação.
5. O que esperar dos temas de TI
A área de Tecnologia da Informação traz uma vantagem: o conteúdo é bem definido e tende a envolver temas recorrentes. Entre os assuntos mais prováveis para as discursivas, estão:
- Governança e gestão de TI no setor público;
- Segurança da informação e conformidade com a LGPD;
- Contratação de TI: auditoria e responsabilização;
- Gestão de riscos, incidentes e continuidade de serviços;
- Avaliação de políticas de segurança e infraestrutura tecnológica.
Esses temas costumam exigir do candidato análise crítica e aplicação prática — o famoso “saber escrever com conteúdo técnico, mas de forma didática”.
6. Como se preparar para a discursiva do TCU
O diferencial dos aprovados está em saber treinar a partir do que pede edital.
A preparação deve incluir:
- Treino regular de escrita (1 a 2 temas por semana);
- Correções individualizadas, com feedback técnico;
- Leitura e reescrita de boas respostas;
- Simulações completas de tempo e tema.
No Discursiva na Prática, o curso específico para o TCU oferece exatamente esse suporte:
✔️ 24 rodadas de temas quentes e focados no edital (18 questões e 6 peças técnicas);
✔️ Correções detalhadas por professores especialistas em Cebraspe;
✔️ Espelho de correção e modelo de resposta no estilo da banca;
✔️ Aulas básicas com material teórico e orientações gramaticais.
7. Por que o Discursiva na Prática é a escolha certa para o TCU
O TCU é uma prova que cobra profundidade técnica e clareza linguística — combinação que poucos conseguem dominar sozinhos.
O Discursiva na Prática foi criado justamente para suprir essa lacuna, com uma metodologia desenvolvida por professores que corrigem provas de alto nível e conhecem os padrões das bancas.
🎯 Diferenciais do curso:
- Treinos realistas com limite de linhas e tempo;
- Correção minuciosa de conteúdo e linguagem;
- Feedback orientado à melhoria progressiva;
- Acesso online, com suporte e atualização contínua até a prova.
Conclusão
O concurso TCU 2026 será um dos mais concorridos dos últimos anos, especialmente com foco em Auditoria de TI.
Com provas longas, técnicas e uma discursiva altamente criteriosa, não há espaço para improviso.
Quem começa a treinar agora chega ao edital com vantagem — não apenas em conteúdo, mas em confiança e domínio da escrita.
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